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O Porto de Aveiro recebeu, sexta-feira, a visita de um grupo de participantes das Jornadas Europeias do Património, organizadas pela ADERAV.
O grupo, constituído por 30 pessoas, teve oportunidade de conhecer e partilhar memórias do Porto de Aveiro e do litoral português nesta região, a partir dos testemunhos inscritos nas estruturas físicas, documentação histórica/documental e cartografia antiga.



ESTA SEXTA-FEIRA

A ADERAV associou-se mais um ano à Direção Geral do Património Cultural, para a celebração das Jornadas Europeias do Património, este ano dedicadas ao tema "Partilhar Memórias".

Em colaboração com a Administração do Porto de Aveiro, vai levar a efeito uma visita ao Porto de Aveiro, esta sexta-feira, dia 28 de setembro, onde se pretende dar a conhecer e partilhar memórias do Porto de Aveiro e do litoral português nesta região, a partir dos testemunhos inscritos nas suas estruturas estruturas físicas, documentação histórica/documental e cartografia antiga.



HOMENS DO MAR

O Capitão José Pelicas Gonçalves Bilelo (19202000), nasceu em Ílhavo a 19 de Fevereiro de 1920. Acabou o Curso de Pilotagem da Escola Náutica em 1942, tendo obtido a cédula de inscrição marítima nº 23945, passada pela capitania do porto de Aveiro, em 23 de Dezembro de 1942.



HOMENS DO MAR

David Marques iniciou a pesca ao bacalhau, na campanha de 1948, como piloto do arrastão Senhora das Candeias, sob o comando de José Gonçalves Vilão, tendo como imediato Manuel Santos Marnoto Praia, de Ílhavo. Fora a estreia do arrastão.
O Senhora das Candeias foi mandado construir pela Empresa de Pesca de Viana nos Estaleiros Navais da mesma cidade.
Nas safras de 1949 a 54, estreou-se na pesca à linha, durante seis viagens, como imediato do navio-motor, de madeira, Capitão Ferreira, sob o comando de seu pai, Capitão António Marques.



DESCOBRINDO O NAVIO-MUSEU SANTO ANDRÉ

No convés principal, ao centro do navio, estão instalados o guincho de manobra de redes, o sistema de roldanas, as patescas, as portas de arrasto e a rede, componentes essenciais na pesca. O guincho é operado por dois guincheiros.



DESCOBRINDO O NAVIO-MUSEU SANTO ANDRÉ

É o local onde se concentram os equipamentos que permitem controlar a navegação em viagem e garantir a segurança do navio durante as operações de pesca. Com o radar detectam-se navios e icebergues; com a sonda localizam-se os cardumes. Na mesa de navegação traçam-se rumos e calculam-se distâncias.



DESCOBRINDO O NAVIO-MUSEU SANTO ANDRÉ

Aqui se instala o mecanismo de rotação do leme, do qual depende o governo do navio. Junto à casa do leme estão os camarotes dos homens da máquina: o 1.º maquinista ou chefe de máquinas, os 2.º e 3.º maquinistas, o eletricista e quatro ajudantes de maquinista.
 



DESCOBRINDO O NAVIO-MUSEU SANTO ANDRÉ

É o “coração” do navio. Aqui se instalam os equipamentos necessários à vida a bordo. O trabalho dos maquinistas e do eletricista era muito intenso. Durante um turno, os homens trabalham ininterruptamente em condições difíceis devido ao ruído e à exiguidade do espaço.
 



ATÉ 25 DE OUTUBRO, NO MUSEU MARÍTIMO DE ÍLHAVO

Resultado de um rigoroso trabalho de restauro da coleção de fotografia antiga da Administração do Porto de Lisboa, SA, a exposição retrata a vida portuária lisboeta nos primeiros quartéis do século XX.
As 75 imagens que integram a exposição foram seleccionadas entre mais de 6 000, o número aproximado que compõe a coleção, e impressas a partir dos seus negativos em vidro.



O veleiro “Santa Maria Manuela” (SMM), propriedade da empresa ilhavense Pascoal, encontra-se a participar na Mediterranean Tall Ships Regatta 2013 – prova internacional que conta com a participação de quase 30 grandes veleiros, oriundos de vários países – e, aquando da sua passagem por Barcelona, voltou a dar nas vistas.



NAVIO «PORTO DE AVEIRO» INAUGURADO A 5 DE JULHO DE 1968

Mais uma vez o porto de Aveiro esteve em festa com um acontecimento de certa envergadura não só para a região mas também para o país, aconteceu isso a 05/07/1968. Iniciou pela primeira vez, um barco nacional, baptizado com o nome de PORTO DE AVEIRO carreira para o Ultramar Português, levando vinho a granel.



VIAJANDO PELA HISTÓRIA EM VÍDEOS

Almirante Fernando Quintanilha Mendonça Dias, Ministro da Marinha, visita o navio-cisterna "Porto de Aveiro", ancorado no Cais da Rocha de Conde de Óbidos em Lisboa, destinado a transportar vinho para o Ultramar.



VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO - 1999

O cargueiro havia adernado junto ao cais do Terminal Sul, a 11 de Março de 1999, durante uma operação de descarga de 2.200 toneladas de cimento. A 24 de Maio desse ano, O JN noticiava que o cargueiro ainda por ali se encontrava.



PORTUGAL

A Universidade de Aveiro, através do projeto “Memória de África e do Oriente”, tem já online mais de 2500 obras, referentes à história dos países de Língua Portuguesa, durante a administração colonial.



PRIMEIRA NEWSLETTER PORTUÁRIA DIGITAL DIFUNDIDA EM JUNHO DE 2004

Há 499 edições atrás, em Junho de 2004, nasceu a primeira newsletter portuária nacional. Isabel Ramos, coordenadora do projecto, recorda esses primeiros passos.



RAMAL FERROVIÁRIO DO PORTO DE AVEIRO

A Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro era, há duas décadas, uma ambição do Porto de Aveiro, das Câmaras Municipais e dos agentes económicos da região.
As primeiras referências à Ligação Ferroviária ao Porto de Aveiro constam do Plano Director de Desenvolvimento e Valorização do Porto e Ria de Aveiro, realizado em 1974.



INQUÉRITO À INDÚSTRIA DO SAL | SALGADO DE AVEIRO - 1956

Duma forma vaga pode dizer-se que o grupo melhor é o d) -porque é onde as marinhas dispõem de mais terreno e sõo portanto mais «valentes», como chamam às marinhas com grandes vive!ros e bom mandamento. Além disso a sua situação dentro da Ria permite-lhe um abastecimento de água com boa concentração.



SAL DE AVEIRO

Quem estende a vista pela imensa planície líquida da Ria de Aveiro e a fixa no caprichoso mosaico composto pelas marinhas de sal, está longe de se aperceber do esforço heróico do marnoto aveirense. O que ele luta, Santo Deus, para arrancar das águas lagunares os cristais de sal...



INQUÉRITO À INDÚSTRIA DO SAL – SALGADO DE AVEIRO - 1956

Também existe no salgado de Aveiro, de modo geral, perfeito entendimento entre proprietários e marnotos, que colaboram, entre si, na maior harmonia. Pode mesmo afirmar-se que o mamoto criou, neste salgado mais do que em qualquer outro, direitos especiais com o andar dos tempos, sendo hábito tradicional transmitir-se a exploração das marinhas de pais a filhos.



VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE AVEIRO - 1932

Os suspeitos "negaram terminantemente que tivessem praticado o delito". Apesar disso, Manuel Gandarinho comprometeu-se a pagar o prejuízo e confessou ter seguido de bicicleta pelo paredão num ato de "transgressão às disposições tomadas pela Junta".





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